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30.09.2008

Credit crisis may delay biofuels

By Gerard Wynn
LONDON, 29th September (Reuters) – The problematic global scene may affect the development and arrival on the market of new technology for biofuels, stated the executive-president of BlueFire Ethanol, the North American cellulose ethanol company.

The credit crisis, which made more victims in the banking sector this Monday, increased the costs of financing projects and made the idea of replacing fossil fuels with renewable energy sources less feasible.

“In the long run, yes…..the flux of capital should slow us down”, Arnold Klann told Reuters. BlueFire Ethanol hopes that alternative investors, including hedge funds, may relieve eventual scarcities of bank loans, he added.

BlueFire Ethanol plans to build more than 84 mills until 2022, producing more than 4 billion gallons annually in the second generation of biofuel, which does not affect the prices of foodstuff, as is the case with soyabeans and corn.

The Democratic presidential candidate in the USA, Barack Obama, declared Friday that he will possibly have to re-evaluate his plans for investments in energy, if he is elected, in order to collaborate with the payment of the bailout plan of 700 billion dollars.

Obama did not detail which aspects of his plan would be altered. He had promised to invest 150 billion dollars during the next decade to develop sources of renewable energy and clean coal, a long term energetic solution better than further exploration for oil at sea.

The USA has an energy policy that includes the goal for the production of 16 billion gallons of ethanol a year until 2022 in order to relieve the pressure of biofuels over areas where agricultural products are planted.

This compared to the almost 150 billion gallons of gasoline consumed annually in the country nowadays, Klann finalized.

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Crise de crédito pode atrasar biocombustíveis

Por Gerard Wynn
LONDRES, 29 de setembro (Reuters) - O problemático cenário global de crédito pode afetar o desenvolvimento e a chegada ao mercado de novas tecnologias para biocombustíveis, afirmou o presidente-executivo da BlueFire Ethanol , empresa norte-americana de etanol celulósico.

A crise de crédito, que atingiu mais vítimas do setor bancário nesta segunda-feira, aumentou os custos de financiamento dos projetos e tornou a idéia de substituir os combustíveis fósseis por fontes de energia renovável menos viável.

"A longo prazo, sim... o fluxo de capital deve nos atrasar", disse Arnold Klann à Reuters. A BlueFire Ethanol espera que investidores alternativos, incluindo fundos de hedge, possam aliviar eventual escassez nos empréstimos bancários, acrescentou ele.

A BlueFire Ethanol planeja mais de 84 fábricas até 2022 produzindo mais de 4 bilhões de galões anualmente da segunda geração de biocombustível, que não afeta os preços dos alimentos como é o caso da soja e do milho.

O candidato democrata à presidência dos EUA, Barack Obama, declarou na sexta-feira que ele possivelmente teria que reavaliar seus planos de investimento em energia, caso eleito, de forma a colaborar com a pagamento do plano de socorro de 700 bilhões de dólares.

Obama não detalhou quais aspectos do seu plano seriam alterados. Ele havia prometido investir 150 bilhões de dólares ao longo da próxima década para desenvolver fontes de energia renováveis e carvão limpo, uma solução energética a longo prazo melhor do que novas explorações de petróleo no mar.

Os EUA possuem uma política energética que inclui a meta de produção de etanol celulósico de 16 bilhões de galões por ano até 2022, para aliviar a pressão dos biocombustíveis sob as áreas de cultivo agrícola.

Isso comparado a quase 150 bilhões de galões de gasolina consumidos anualmente no país hoje, finalizou Klann.

REUTERS